Parabéns Henrique, Deus te dê muitos anos de vida.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Feliz aniversário Henrique!
No dia 24 passado, nosso amigo Henrique fez aniversário. Mandou fazer pizza e bolo de chocolate e convidou alguns amigos para comemorar.
Parabéns Henrique, Deus te dê muitos anos de vida.
Parabéns Henrique, Deus te dê muitos anos de vida.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Isaías 45:2
"Eu irei adiante de ti. Endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro.
Te darei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas para que saibas que eu sou o Senhor."
Te darei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas para que saibas que eu sou o Senhor."
AMOR AO PODER X LIDERANÇA CRISTÃ:
Vivemos o tempo do “pós”: pós-industrialização, pós-modernidade, pós-reforma, etc. Presenciamos também a época do “des”: desreferencialização, dessubstancialização, desindexação, descartabilidade, etc. Tais prefixos nos fazem pensar que ultrapassamos alguma coisa, alguma fase, alguma situação, mas também nos ajudam a entender que nessa superação algo ficou para trás, sendo abandonado, descartado, tornando-se ultrapassado, anacrônico.
Esta situação faz-me pensar na dificuldade que paira muitas vezes em nosso meio de acompanharmos o espírito dos tempos, o “zeitgeist”, de maneira crítica e consciente, aperfeiçoando, moldando e contextualizando os nossos modelos. Trabalhamos às vezes sobre modelos que já foram significativos um dia, tornando-se sacralizados com o tempo e hoje muitas vezes obsoletos. Por um lado, alguns desses modelos não refletem a Bíblia, porque não são alicerçados em princípios bíblicos, e por outro, demonstram uma total desatualização em relação aos padrões contemporâneos, pois se tornaram temporalmente descontextualizados.
Mais especificamente, isso vem acontecendo com insistência em nossos modelos administrativos eclesiásticos. Apesar de reafirmarmos categoricamente que o correto modelo administrativo é estruturado sobre a democracia, sabemos que esta pode muitas vezes se degenerar em demagogia, oligarquia e até em tirania. Por isso, a democracia precisa ser vivida em sua plenitude, tanto por quem recebeu a autoridade para governar (o governante), como por quem concedeu a autoridade para governar (o povo, um grupo, uma comunidade, etc). O governante deve exercer a autoridade com justiça, não em causa própria ou dos seus, mas para o bem do povo. Por isso não deve buscar os seus interesses próprios. O grupo deve, por sua vez, acompanhar o ato de governar do líder, apontando os desvios dos projetos iniciais, quando ocorridos, e ajudando-o a corrigí-los para o bem de todos.
Infelizmente, nem sempre a liderança em “nossos arraiais” é exercida assim. Fala-se muito em democracia, em ministério participativo e colegiado, em Qualidade Total, em distribuição de autoridade e responsabilidade, mas na verdade ruma-se para o sentido oposto. É incrível a onda de autoritarismo e de centralização de poder existente no meio evangélico contemporâneo! Embora alguns afirmem que este é um problema ligado às tendências fundamentalistas do mundo hodierno, na verdade o que se percebe é a presença de nefastos “jogos de poder”.
Em nome do poder, absurdos e contradições são cometidos, valores são abandonados e ideais são perdidos de vista. Em nome do poder alguns esquecem o tão falado amor, para ter a liberdade de trucidar os outros. Por amor ao poder outros sacrificam valores significativos como companheirismo, fidelidade, verdade, honestidade e transparência para que trapaças sejam engendradas. Por amor ao poder sacrificam-se os homens em favor das estruturas e instituições. Por causa do desejo de poder o outro deixa de ser “uma bênção” e se torna um problema em nossas vidas. Maldito poder, que faz com que muitos neguem os mais altos valores cristãos !!! Maldito poder que se contrapõe ao desejo de unidade !!! Maldito amor ao poder que se torna uma das maiores armas do Não-Ser !!!
Precisamos de modelos administrativos eficientes, competentes, de qualidade, objetivos, organizados e visionários. Mais do que isso, necessitamos de modelos administrativos alternativos, mas acima de tudo cristãos, firmados no amor, na descentralização, na cooperação, na valorização do outro, na participação, na transparência, no diálogo, no compromisso com a verdade e com a justiça. Modelos onde a nossa justiça possa “exceder a dos escribas e fariseus”! Modelos onde o líder não busca ser servido, mas servir a todos os outros; onde líder não é o que manda, mas o que serve ! Buscamos modelos administrativos que proporcionem o crescimento de cada um e do grupo como um todo, não apenas de alguns escolhidos ou daqueles que estão em evidência !
Que a “crise do discurso” existente no mundo hodierno não iniba “o discurso competente” que começa a ser vislumbrado nos arraiais evangélicos, marcado pela relação proporcional de equivalência entre teoria e prática, e discurso e ação. Que continuemos a elaborar nossos modelos teológicos, éticos, relacionais e administrativos a partir de princípios escriturísticos e que tais práticas modelares não manifestem contradições. Que o amor ao poder, tão comum no mundo contemporâneo, seja trocado pelo poder de amar (Tillich) e que somente assim compreendamos o real sentido da liderança e administração cristãs: o serviço. Que o espírito de competitividade seja trocado pelo de cooperação, e que unidos construamos instituições mais solidárias. Que também no meio evangélico vivenciemos o tempo do “pós-autoritarismo”e da “des-centralização”. Só assim, os fracassos administrativos se transformarão em vitórias ministeriais.
Pr. Diogo Magalhães
Ex-Prof. de Teologia Contemporânea no
STBE – Semin. Teológ. Batista Equatorial – Belém/PA
Esta situação faz-me pensar na dificuldade que paira muitas vezes em nosso meio de acompanharmos o espírito dos tempos, o “zeitgeist”, de maneira crítica e consciente, aperfeiçoando, moldando e contextualizando os nossos modelos. Trabalhamos às vezes sobre modelos que já foram significativos um dia, tornando-se sacralizados com o tempo e hoje muitas vezes obsoletos. Por um lado, alguns desses modelos não refletem a Bíblia, porque não são alicerçados em princípios bíblicos, e por outro, demonstram uma total desatualização em relação aos padrões contemporâneos, pois se tornaram temporalmente descontextualizados.
Mais especificamente, isso vem acontecendo com insistência em nossos modelos administrativos eclesiásticos. Apesar de reafirmarmos categoricamente que o correto modelo administrativo é estruturado sobre a democracia, sabemos que esta pode muitas vezes se degenerar em demagogia, oligarquia e até em tirania. Por isso, a democracia precisa ser vivida em sua plenitude, tanto por quem recebeu a autoridade para governar (o governante), como por quem concedeu a autoridade para governar (o povo, um grupo, uma comunidade, etc). O governante deve exercer a autoridade com justiça, não em causa própria ou dos seus, mas para o bem do povo. Por isso não deve buscar os seus interesses próprios. O grupo deve, por sua vez, acompanhar o ato de governar do líder, apontando os desvios dos projetos iniciais, quando ocorridos, e ajudando-o a corrigí-los para o bem de todos.
Infelizmente, nem sempre a liderança em “nossos arraiais” é exercida assim. Fala-se muito em democracia, em ministério participativo e colegiado, em Qualidade Total, em distribuição de autoridade e responsabilidade, mas na verdade ruma-se para o sentido oposto. É incrível a onda de autoritarismo e de centralização de poder existente no meio evangélico contemporâneo! Embora alguns afirmem que este é um problema ligado às tendências fundamentalistas do mundo hodierno, na verdade o que se percebe é a presença de nefastos “jogos de poder”.
Em nome do poder, absurdos e contradições são cometidos, valores são abandonados e ideais são perdidos de vista. Em nome do poder alguns esquecem o tão falado amor, para ter a liberdade de trucidar os outros. Por amor ao poder outros sacrificam valores significativos como companheirismo, fidelidade, verdade, honestidade e transparência para que trapaças sejam engendradas. Por amor ao poder sacrificam-se os homens em favor das estruturas e instituições. Por causa do desejo de poder o outro deixa de ser “uma bênção” e se torna um problema em nossas vidas. Maldito poder, que faz com que muitos neguem os mais altos valores cristãos !!! Maldito poder que se contrapõe ao desejo de unidade !!! Maldito amor ao poder que se torna uma das maiores armas do Não-Ser !!!
Precisamos de modelos administrativos eficientes, competentes, de qualidade, objetivos, organizados e visionários. Mais do que isso, necessitamos de modelos administrativos alternativos, mas acima de tudo cristãos, firmados no amor, na descentralização, na cooperação, na valorização do outro, na participação, na transparência, no diálogo, no compromisso com a verdade e com a justiça. Modelos onde a nossa justiça possa “exceder a dos escribas e fariseus”! Modelos onde o líder não busca ser servido, mas servir a todos os outros; onde líder não é o que manda, mas o que serve ! Buscamos modelos administrativos que proporcionem o crescimento de cada um e do grupo como um todo, não apenas de alguns escolhidos ou daqueles que estão em evidência !
Que a “crise do discurso” existente no mundo hodierno não iniba “o discurso competente” que começa a ser vislumbrado nos arraiais evangélicos, marcado pela relação proporcional de equivalência entre teoria e prática, e discurso e ação. Que continuemos a elaborar nossos modelos teológicos, éticos, relacionais e administrativos a partir de princípios escriturísticos e que tais práticas modelares não manifestem contradições. Que o amor ao poder, tão comum no mundo contemporâneo, seja trocado pelo poder de amar (Tillich) e que somente assim compreendamos o real sentido da liderança e administração cristãs: o serviço. Que o espírito de competitividade seja trocado pelo de cooperação, e que unidos construamos instituições mais solidárias. Que também no meio evangélico vivenciemos o tempo do “pós-autoritarismo”e da “des-centralização”. Só assim, os fracassos administrativos se transformarão em vitórias ministeriais.
Pr. Diogo Magalhães
Ex-Prof. de Teologia Contemporânea no
STBE – Semin. Teológ. Batista Equatorial – Belém/PA
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
ESCRAVIDÃO E PROMESSA
Em nossa caminhada neste mundo, nos deparamos com diversas situações que nos mostram que a vida tem estações diferenciadas. Um dia é de prazer e outro de lutas; um dia é de bonança e outro de temporais; um dia é de fartura e satisfação plena, outro dia vivemos a escassez e sensações decorrentes como o medo, a insegurança, a falta de visão e de fé.
A história do povo de Israel no Êxodo nos ensina verdades profundas sobre a vida de escravo, a vida no deserto e a chegada na terra da promessa.
Durante o período de escravidão, Israel ficou submetido aos mandos e desmandos do governo do Egito. Seu querer e seu realizar provinham de ordens superiores. Não havia liberdade de escolha, de ir e vir, de contraposição de idéias ou de mudança de direção nos seus rumos.
Isso provocou no povo de Israel uma visão de si mesmo e do mundo tacanha, acanhada e medíocre. Era uma visão escrava.
Assim, Moisés, líder escolhido por Deus para cumprir Seu propósito de tirar o povo da escravidão e levá-lo à terra prometida, teve como seu maior desafio ao conduzir este povo do Egito à Canaã, mudar a mentalidade de escravos que eles absorveram e que lhes parecia natural.
À medida que caminhavam no rumo da promessa, algumas situações desconfortáveis se apresentaram no caminho, e foram suficientes para o povo mostrar sua insatisfação por ter saído do Egito, onde tinham panelas fartas e lugar certo para dormir, apesar da escravidão em que se encontravam.
Naqueles momentos de murmuração, eles não conseguiam ver a concretização de tantos milagres que o Senhor já operava entre eles. Não viam a beleza do maná diário, da água vinda da rocha, das roupas que não se acabavam, da sombra da nuvem e da coluna de fogo. Eles tinham uma expectativa muito negativa daquele caminho no qual adentravam, apesar de saberem que Deus os tirou com mão forte do Egito e os conduzia pessoalmente através da obediência de Moisés.
A mentalidade escrava, então, gera o medo.
- E o medo paralisa, atormenta e castra potenciais. Tira o foco da promessa e o põe nas circunstâncias.
- Na verdade, o medo infama a promessa. Podemos constatar isso quando os espias foram observar a terra que Deus lhes tinha prometido para se prepararem para a possuir. A maioria dos espias só viu o tamanho dos gigantes que habitavam na terra de Canaã, percebendo-se a eles próprios como gafanhotos. Perderam de vista, então, o tamanho do seu Deus. Assim, o medo gera insegurança, uma inferiorização de si mesmo e uma supervalorização do inimigo.
Quando pensamos que tudo está tão difícil a nossa volta e que não vamos conseguir romper no que nos propomos, mesmo tendo promessa de Deus, é sintoma de medo.
- O medo gera, também, murmuração, como já vimos. Conquista e murmuração não caminham juntas. A murmuração é linguagem do inferno. O murmurador vive rodeando as montanhas em desespero, em ansiedade. E Deus reservou o topo das montanhas para nós.
- E, como conseqüência da murmuração, o medo gera a rebelião. A rebelião leva o homem de volta para a terra da escravidão. Só o escravo é capaz de fazer rebelião. O rebelde não conquista.
- E, por último, o medo gera a incredulidade, pois a mentalidade escrava não consegue assimilar a fé. Até acredita que Deus pode operar grandes coisas, mas não crê nisso para si.
O resultado dessa vida distante da promessa e das verdades de Deus é que o povo perdeu a bênção, morreu todo no deserto. Deus tirou deles a promessa e a deu a uma outra geração.
As estações diversificadas na nossa vida existem para que aprendamos a viver em cada uma delas na fé e na dependência de Deus, mantendo os olhos no alvo e vendo a promessa que irá se cumprir, certamente, pois quem a fez é totalmente fiel para cumpri-la. Não precisamos ter medo de nada. O verdadeiro amor lança fora todo o medo.
Isso nos levará a uma vida cristã realmente de qualidade, experimentando e usufruindo de todas as bênçãos decorrentes da obra consumada por Jesus na cruz.
Para cada situação inóspita que se nos aparecer, Deus nos surpreenderá com seus mais elevados recursos de transformação de circunstâncias, mostrando-nos que só a nossa fé pode nos levar a lugares altos em Deus e nunca antes explorados por nós.
“OS GRANDES NAVEGADORES DEVEM SUA REPUTAÇÃO AOS GRANDES TEMPORAIS E TEMPESTADES”
A história do povo de Israel no Êxodo nos ensina verdades profundas sobre a vida de escravo, a vida no deserto e a chegada na terra da promessa.
Durante o período de escravidão, Israel ficou submetido aos mandos e desmandos do governo do Egito. Seu querer e seu realizar provinham de ordens superiores. Não havia liberdade de escolha, de ir e vir, de contraposição de idéias ou de mudança de direção nos seus rumos.
Isso provocou no povo de Israel uma visão de si mesmo e do mundo tacanha, acanhada e medíocre. Era uma visão escrava.
Assim, Moisés, líder escolhido por Deus para cumprir Seu propósito de tirar o povo da escravidão e levá-lo à terra prometida, teve como seu maior desafio ao conduzir este povo do Egito à Canaã, mudar a mentalidade de escravos que eles absorveram e que lhes parecia natural.
À medida que caminhavam no rumo da promessa, algumas situações desconfortáveis se apresentaram no caminho, e foram suficientes para o povo mostrar sua insatisfação por ter saído do Egito, onde tinham panelas fartas e lugar certo para dormir, apesar da escravidão em que se encontravam.
Naqueles momentos de murmuração, eles não conseguiam ver a concretização de tantos milagres que o Senhor já operava entre eles. Não viam a beleza do maná diário, da água vinda da rocha, das roupas que não se acabavam, da sombra da nuvem e da coluna de fogo. Eles tinham uma expectativa muito negativa daquele caminho no qual adentravam, apesar de saberem que Deus os tirou com mão forte do Egito e os conduzia pessoalmente através da obediência de Moisés.
A mentalidade escrava, então, gera o medo.
- E o medo paralisa, atormenta e castra potenciais. Tira o foco da promessa e o põe nas circunstâncias.
- Na verdade, o medo infama a promessa. Podemos constatar isso quando os espias foram observar a terra que Deus lhes tinha prometido para se prepararem para a possuir. A maioria dos espias só viu o tamanho dos gigantes que habitavam na terra de Canaã, percebendo-se a eles próprios como gafanhotos. Perderam de vista, então, o tamanho do seu Deus. Assim, o medo gera insegurança, uma inferiorização de si mesmo e uma supervalorização do inimigo.
Quando pensamos que tudo está tão difícil a nossa volta e que não vamos conseguir romper no que nos propomos, mesmo tendo promessa de Deus, é sintoma de medo.
- O medo gera, também, murmuração, como já vimos. Conquista e murmuração não caminham juntas. A murmuração é linguagem do inferno. O murmurador vive rodeando as montanhas em desespero, em ansiedade. E Deus reservou o topo das montanhas para nós.
- E, como conseqüência da murmuração, o medo gera a rebelião. A rebelião leva o homem de volta para a terra da escravidão. Só o escravo é capaz de fazer rebelião. O rebelde não conquista.
- E, por último, o medo gera a incredulidade, pois a mentalidade escrava não consegue assimilar a fé. Até acredita que Deus pode operar grandes coisas, mas não crê nisso para si.
O resultado dessa vida distante da promessa e das verdades de Deus é que o povo perdeu a bênção, morreu todo no deserto. Deus tirou deles a promessa e a deu a uma outra geração.
As estações diversificadas na nossa vida existem para que aprendamos a viver em cada uma delas na fé e na dependência de Deus, mantendo os olhos no alvo e vendo a promessa que irá se cumprir, certamente, pois quem a fez é totalmente fiel para cumpri-la. Não precisamos ter medo de nada. O verdadeiro amor lança fora todo o medo.
Isso nos levará a uma vida cristã realmente de qualidade, experimentando e usufruindo de todas as bênçãos decorrentes da obra consumada por Jesus na cruz.
Para cada situação inóspita que se nos aparecer, Deus nos surpreenderá com seus mais elevados recursos de transformação de circunstâncias, mostrando-nos que só a nossa fé pode nos levar a lugares altos em Deus e nunca antes explorados por nós.
“OS GRANDES NAVEGADORES DEVEM SUA REPUTAÇÃO AOS GRANDES TEMPORAIS E TEMPESTADES”
JOELCILÉA AIRES
sábado, 16 de fevereiro de 2008
LETRAS - LINGUA FRANCESA - UFPA 2008
“Seja bendito o nome de Deus, de eternidade a eternidade, porque dele é a sabedoria e o poder”. Daniel 2:20
Felipe, filho querido e abençoado
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
A gente se torna eternamente responsável por aquilo que cativa
(...) E foi então que apareceu a raposa:- Bom dia - disse a raposa.
- Bom dia - respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? - perguntou o principezinho. - Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa - disse a raposa.
- Vem brincar comigo - propôs o Príncipe - estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. - Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa - disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui - disse a raposa. - Que procuras?
- Procuro amigos - disse. - Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços"...
- Criar laços? - Exatamente. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessiddade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo...
Mas a raposa voltou a sua idéia:
- Minha vida é monótona. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei o barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora como música. E depois, olha! Vês, lá longe, o campo de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelo cor de ouro. E então serás maravilhoso quando me tiverdes cativado. O trigo que é dourado fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento do trigo...
A raposa então calou-se e considerou muito tempo o príncipe:
- Por favor, cativa-me! - disse ela.
- Bem quisera - disse o principe - mas eu não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e mundos a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou - disse a raposa. - Os homens não tem tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres uma amiga, cativa-me!
- Os homens esqueceram a verdade - disse a raposa. - Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
Antoine de Saint-Exupéry
O Pequeno Príncipe
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
É Proibido Pensar - João Alexandre
João Alexandre está divulgando seu décimo quarto trabalho, o polêmico CD “É proibido pensar”. Na música que dá nome ao disco João revela não só sua indignação com a corrupção do país, mas também com a superficialidade nas atitudes e postura da Igreja, que está tendo reflexo nas letras da música gospel nacional.O álbum foi gravado entre julho e setembro do ano passado e está sendo distribuído pela VPC.
O repertório tem início com "Na Tua presença" que traz uma interpretação violão e voz de João. O hino é uma confissão comum a todos os cristãos do mundo que versa sobre o lugar de onde nunca deveríamos sair.
Parabéns ao João Alexandre. Que Deus continue abençoando sua vida, e permitindo que ele nos presenteie sempre com suas maravilhosas composições.
É Proibido Pensar - João Alexandre
O vídeo está postado no Youtube
http://br.youtube.com/watch?v=87ubQOyrtZQ
Procuro alguém pra resolver meu problema
Pois não consigo me encaixar nesse esquema,
São sempre variações do mesmo tema,
Meras repetições...
A extravagância vem de todos os lados,
E faz chover profetas apaixonados,
Morrendo em pé, rompendo em fé dos cansados...
Que ouvem suas canções...
Estar de bem com a vida é muito mais que renascer...
Deus já me deu sua palavra...
E é por ela que eu ainda guio o meu viver!
Reconstruindo o que Jesus derrubou...
Recosturando o véu que a cruz já rasgou...
Ressuscitando a lei, pisando na graça, negociando com Deus!
No show da fé milagre é tão natural,
Que até pregar com a mesma voz é normal...
Nesse evangeliquês universal... se apossando dos céus...
Estão diante do trono, caçadores de Deus ao som de um shofar
E mais um ídolo importado dita as regras para nos escravizar:
É proibido pensar!
sábado, 9 de fevereiro de 2008
FELIZ ANIVERSÁRIO, LÉA. DEUS TE ABENÇOE
"Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo" (Salmo 42:1,2).
Fotos do almoço em comemoração a mais um ano de vida de nossa irmã Léa.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
ELEIÇÃO INCONDICIONAL
6 E não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel são, de fato, israelitas;
7 nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência.
8 Isto é, estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa.
9 Porque a palavra da promessa é esta: Por esse tempo, virei, e Sara terá um filho.
10 E não ela somente, mas também Rebeca, ao conceber de um só, Isaque, nosso pai.
11 E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama),
12 já fora dito a ela: O mais velho será servo do mais moço.
13 Como está escrito: Amei Jacó, porém me aborreci de Esaú.
14 Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum!
15 Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão.
16 Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.
17 Porque a Escritura diz a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra.
18 Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz.
19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade?
20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?
21 Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?
22 Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, 23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão,
24 os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?
25 Assim como também diz em Oséias: Chamarei povo meu ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada;
26 e no lugar em que se lhes disse: Vós não sois meu povo, ali mesmo serão chamados filhos do Deus vivo.
7 nem por serem descendentes de Abraão são todos seus filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência.
8 Isto é, estes filhos de Deus não são propriamente os da carne, mas devem ser considerados como descendência os filhos da promessa.
9 Porque a palavra da promessa é esta: Por esse tempo, virei, e Sara terá um filho.
10 E não ela somente, mas também Rebeca, ao conceber de um só, Isaque, nosso pai.
11 E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama),
12 já fora dito a ela: O mais velho será servo do mais moço.
13 Como está escrito: Amei Jacó, porém me aborreci de Esaú.
14 Que diremos, pois? Há injustiça da parte de Deus? De modo nenhum!
15 Pois ele diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão.
16 Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.
17 Porque a Escritura diz a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra.
18 Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz.
19 Tu, porém, me dirás: De que se queixa ele ainda? Pois quem jamais resistiu à sua vontade?
20 Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?
21 Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?
22 Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição, 23 a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão,
24 os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?
25 Assim como também diz em Oséias: Chamarei povo meu ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada;
26 e no lugar em que se lhes disse: Vós não sois meu povo, ali mesmo serão chamados filhos do Deus vivo.
Romanos 9:6-26
AÇÕES DE GRAÇAS PELA VIDA
HOJE É O DIA DO MEU ANIVERSÁRIO !!!
EU GOSTARIA DE CELEBRAR, HOJE, O DOM E A ALEGRIA DE VIVER.
QUE DELÍCIA É CUMPRIR MAIS UM ANO COM VIDA!
QUE BÊNÇÃO É PODER RESPIRAR, LOCOMOVER-ME, PENSAR, TRABALHAR, AMAR PESSOAS E ADORAR A DEUS, ENQUANTO TANTOS NÃO PODEM, NÃO PODEM BEM OU NÃO PODEM MAIS FAZER ESSAS COISAS.
QUE BOM TER AMIGOS MUITO QUERIDOS, TER UMA FAMÍLIA QUE ME AMA, E TER UM DEUS EM QUEM CRER.
A BELEZA DA MINHA EXISTÊNCIA ESTÁ EM CONHECER, PESSOALMENTE, A DEUS COMO O TODO-PODEROSO CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA, E DE TUDO O QUE NELES HÁ, INCLUINDO A MINHA VIDA.
NOSSA VIDA NEM SEMPRE É FÁCIL DE SER VIVIDA. COMO TODO MUNDO, EU TAMBÉM JÁ PASSEI POR VALES E DESERTOS DURANTE O MEU PERCURSO ATÉ AQUI. MAS, EM NENHUM MOMENTO DOS MEUS DIAS MAUS, O SENHOR DEUS ME NEGOU O SEU OLHAR, O SEU AMOR E SEU PERDÃO. POR ISSO EU CELEBRO A VIDA COM ELE.
SÓ DEUS PODERIA TRANSFORMAR QUEM EU ERA, CACOS DE BARRO, EM UMA PRINCESA DO SEU REINO.
NO AMOR DO PAI,
JOELCILÉA AIRES.
EU GOSTARIA DE CELEBRAR, HOJE, O DOM E A ALEGRIA DE VIVER.
QUE DELÍCIA É CUMPRIR MAIS UM ANO COM VIDA!
QUE BÊNÇÃO É PODER RESPIRAR, LOCOMOVER-ME, PENSAR, TRABALHAR, AMAR PESSOAS E ADORAR A DEUS, ENQUANTO TANTOS NÃO PODEM, NÃO PODEM BEM OU NÃO PODEM MAIS FAZER ESSAS COISAS.
QUE BOM TER AMIGOS MUITO QUERIDOS, TER UMA FAMÍLIA QUE ME AMA, E TER UM DEUS EM QUEM CRER.
A BELEZA DA MINHA EXISTÊNCIA ESTÁ EM CONHECER, PESSOALMENTE, A DEUS COMO O TODO-PODEROSO CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA, E DE TUDO O QUE NELES HÁ, INCLUINDO A MINHA VIDA.
NOSSA VIDA NEM SEMPRE É FÁCIL DE SER VIVIDA. COMO TODO MUNDO, EU TAMBÉM JÁ PASSEI POR VALES E DESERTOS DURANTE O MEU PERCURSO ATÉ AQUI. MAS, EM NENHUM MOMENTO DOS MEUS DIAS MAUS, O SENHOR DEUS ME NEGOU O SEU OLHAR, O SEU AMOR E SEU PERDÃO. POR ISSO EU CELEBRO A VIDA COM ELE.
SÓ DEUS PODERIA TRANSFORMAR QUEM EU ERA, CACOS DE BARRO, EM UMA PRINCESA DO SEU REINO.
NO AMOR DO PAI,
JOELCILÉA AIRES.
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